Na manhã da última quinta-feira, dia 10, importantes figuras se reuniram para discutir a viabilização do Centro de Referência à Mulher (CRAM) em Itabi. O encontro contou com a presença da Dra. Jumara Porto Pinheiro, Juíza Coordenadora da Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), além da Dra. Iracy Mangueira Marquês, Juíza Coordenadora na Infância do TJSE, Shirley Amanda Leite, Assistente Social da Coordenadoria da Mulher, Sabrina Duarte Cardoso, Psicóloga da Coordenadoria da Mulher, e Júnior Amintas, prefeito de Itabi, juntamente com sua esposa, Lusmila.
O principal objetivo da reunião foi tratar da implementação do CRAM, um espaço dedicado ao acolhimento de mulheres vítimas de violência doméstica. Com o intuito de marcar a conscientização sobre a causa, o mês de agosto foi eleito como o “Agosto Lilás”, um período de reflexão e ação voltado para a luta contra a violência de gênero.
O prefeito Júnior Amintas destacou a importância do Centro de Referência à Mulher no combate à violência doméstica. “Neste Agosto Lilás, estamos empenhados em viabilizar recursos para a instalação desse importante centro em Itabi. A proteção e o acolhimento das mulheres vítimas de violência são compromissos fundamentais para nossa administração”, afirmou Amintas.
O CRAM representa um avanço significativo na defesa dos direitos das mulheres e na promoção de um ambiente seguro e acolhedor para aquelas que enfrentam situações de abuso e violência doméstica. A iniciativa reflete o compromisso das autoridades e profissionais envolvidos na construção de uma sociedade mais igualitária e justa, onde todas as mulheres possam viver sem o medo e a ameaça da violência.
Com a união de esforços entre o poder judiciário, profissionais da área social e lideranças municipais, Itabi está trilhando um caminho sólido em direção à erradicação da violência de gênero e à proteção das mulheres em situação de vulnerabilidade. A implantação do CRAM se configura como um marco importante nessa jornada, reforçando o compromisso da comunidade em proporcionar um futuro mais seguro e digno para todas as mulheres.
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Por redação Alô Sergipe.












