O pré-candidato ao Senado André Moura usou as redes sociais para comentar o assassinato de Carla, morta na noite do último sábado, 3 de janeiro de 2026, por volta das 23h40. Depois de um dia de trabalho, ela voltava para casa quando encontrou o ex-companheiro. Mesmo amparada por uma medida protetiva, não conseguiu evitar o ataque. Segundo relatos divulgados pelo próprio político, a jovem foi morta de forma brutal.
Ao classificar o caso como “vítima da impunidade”, André Moura afirmou que a morte de Carla escancara falhas na proteção às mulheres ameaçadas por ex-parceiros. Para ele, a existência de uma medida judicial não foi suficiente para impedir o crime. O episódio reacende o debate sobre a eficácia das ações preventivas e a capacidade do Estado de monitorar agressores.
Diante do caso, o pré-candidato voltou a defender a adoção de prisão perpétua para condenados por feminicídio. “É para que histórias como essa não se repitam que eu defendo com unhas e dentes a prisão perpétua para quem comete feminicídio. Não importa o tamanho do desafio para colocar isso em prática, a vida preservada de cada mulher vale a luta”, escreveu.
O posicionamento ocorre em meio à crescente discussão nacional sobre violência contra a mulher e endurecimento de penas. O Brasil já registra números elevados de feminicídio, e casos como o de Carla reforçam a urgência de medidas mais eficazes para garantir que decisões judiciais, como medidas protetivas, não se tornem apenas documentos sem efeito prático.
Por redação Alô Sergipe










