No dia 28 de Julho, a comunidade LGBTQIAPN+ do município de Riachão celebrou um marco importante com a implantação do Conselho Municipal dos Direitos da População LGBTQIAPN+. Esse conselho, que teve início no ano passado e agora foi devidamente instituído, visa ser permanente na proteção dos direitos dessa população e representa um avanço significativo na inclusão social e no respeito à diversidade.
Riachão se tornou o primeiro município no estado de Sergipe a contar com um conselho desse tipo, e a cerimônia de inauguração contou com a presença de representantes importantes a nível estadual. A presidente do Conselho Estadual e Coordenadora de Políticas Públicas para a População LGBTQIAPN+, Silvania Souza, o representante da Deputada Estadual Linda Brasil, Ariel Brito, o policial militar e membro do Conselho Estadual LGBTQIAPN+ e diretor do Centro de Referência em Direitos Humanos LGBT da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe, Helenilton Dantas, o Promotor de Justiça Dr. Francisco Lima, a presidente e fundadora da Unidas Associação das Travestis e Transexuais de Sergipe e fundadora da Ala de LGBTQIAPN+ do presídio de São Cristovão, Jéssica Taylon, a advogada e coordenadora do Coletivo Mães pela Diversidade em Sergipe e membra da Comissão Especial de Diversidade Sexual de Gênero da OAB-SE e aliada da Causa pelos Direitos Humanos da População LGBTQIAPN+, Alessandra Tavares, e o delegado de Polícia Civil, titular da 3ª divisão do DHPP e coordenador estadual da RENOSP LGBTI-Rede Nacional de Operadores de Segurança Pública, Mário Leony, foram alguns dos presentes que prestigiaram esse momento histórico.
A prefeita Simone Andrade expressou sua satisfação em apoiar o primeiro Conselho Municipal no estado de Sergipe e agradeceu a presença de todos na 1ª Reunião Ampliada do Conselho Municipal dos Direitos da População LGBTQIAPN+.
Essa iniciativa representa um importante passo para garantir que a comunidade LGBTQIAPN+ tenha voz e representatividade, além de promover políticas públicas inclusivas e combater a discriminação e a violência baseada na orientação sexual e identidade de gênero. O Conselho se coloca como um espaço fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária para todos os cidadãos, independentemente de sua orientação sexual e identidade de gênero.
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Por redação Alô Sergipe.











