Antes de ser senador, antes de disputar uma eleição e muito antes de ocupar qualquer espaço na política, Alessandro Vieira já havia escolhido um lado: o lado de quem acredita que a lei precisa valer para todos.
A história começou ainda na infância, quando sua família deixou o Rio Grande do Sul e veio para Sergipe em busca de oportunidades e qualidade de vida. Foi em Aracaju que Alessandro cresceu, estudou, formou-se em Direito e construiu sua vida. A relação com o estado deixou de ser apenas uma circunstância familiar e se transformou em uma escolha.
Em 2000, foi aprovado no concurso para delegado da Polícia Civil. A partir daí, construiu uma trajetória que passou por delegacias do interior e da capital e por áreas especializadas da segurança pública. Trabalhou com proteção de crianças e adolescentes, crimes cibernéticos, homicídios, inteligência e combate a crimes contra a administração pública.
Foi nessa experiência que se consolidou uma característica que mais tarde levaria para a política: a disposição para enfrentar problemas e procurar soluções. “Eu sempre gostei de atender o cidadão e poder resolver o problema dele. Isso sempre foi muito relevante para mim. Como delegado, pude desenvolver uma das minhas principais características: a de buscar soluções”, afirma Alessandro.
Na Polícia Civil, ocupou funções de comando e participou de investigações que atingiram empresários, políticos, gestores e servidores públicos. Como delegado-geral, esteve à frente de uma estrutura que investigou casos envolvendo desvios de recursos, lavagem de dinheiro e irregularidades na administração pública.
A experiência ajudou a formar uma convicção que permaneceu quando decidiu entrar na política: o combate à corrupção não pode ser apenas um discurso. Precisa existir também quando enfrentar interesses poderosos tem custo político. “Coragem não é fazer discurso. É fazer o que é certo, mesmo quando isso tem um preço alto. E sempre tem”, pontua Alessandro.
*De uma aposta a um mandato*
Foi com essa trajetória que, em 2018, decidiu disputar uma vaga no Senado. Entrou na política por um caminho diferente do tradicional e, com a força de sua mensagem e a mobilização de voluntários em todo o estado, foi eleito com 474.449 votos, sendo o senador mais votado de Sergipe naquela eleição.
A eleição transformou uma trajetória construída na segurança pública em um mandato no Congresso Nacional. Mas, para Alessandro, a mudança de função não significou mudança de princípios. “Eu nunca quis entrar na política. Eu precisei estar nela para continuar servindo ao nosso estado, melhorando a vida das pessoas, combatendo os criminosos, fazendo os recursos chegarem onde mais precisam e trabalhando por oportunidades para a nossa gente”, destaca.
*Um mandato que precisa entregar*
Ao longo de oito anos no Senado, Alessandro procurou transformar essa visão em ações concretas. Entre as marcas do mandato estão a defesa da transparência, o combate à corrupção, a fiscalização dos recursos públicos e a destinação de investimentos para Sergipe, atendendo os 75 municípios sergipanos.
Desde o primeiro ano, também criou mecanismos para aproximar a população das decisões do mandato. Em 2019, lançou o Edital de Emendas Participativas, que, ao longo de sete anos, destinou mais de R$83 milhões beneficiando mais de 300 projetos em mais de 60 municípios sergipanos. Para se ter uma ideia, só na última edição foram registrados mais de 284 mil votos, que definiram, de forma direta, a destinação das emendas parlamentares do senador para o próximo exercício orçamentário.
Durante a pandemia, foi o relator do Auxílio Emergencial, e grande responsável pela expansão do Auxílio Emergencial, estendendo o benefício de 20 milhões para 70 milhões de brasileiros. Nesse período, Alessandro também destinou recursos para ações de enfrentamento à Covid-19 em Sergipe, e atuou pelo fim do Orçamento Secreto.
Para Alessandro, mandato não se mede apenas por discursos ou presença no plenário. Mede-se pelo que chega à ponta. “Um mandato só tem valor quando pertence às pessoas. Cada recurso que chega a um hospital, a uma estrada, à criação de empregos ou à melhoria de um serviço público precisa ter planejamento, responsabilidade e acompanhamento. É isso que eu entendo como obrigação de quem recebe um mandato”.
A lógica que pretende levar para um segundo mandato é a mesma: representar Sergipe com independência, fiscalizar o dinheiro público, destinar recursos aos 75 municípios e trabalhar por leis capazes de melhorar a vida das pessoas.
*Independência sem abrir mão de princípios*
Uma das características que Alessandro apresenta como marca de sua atuação é a independência. Ao longo do mandato, tomou posições que contrariam interesses políticos e grupos organizados. Para ele, independência significa ter liberdade para apoiar aquilo que considera correto e cobrar aquilo que precisa ser corrigido.
“Eu não acredito em política baseada em submissão ou em troca de favores. Meu compromisso é com Sergipe e com aquilo que considero correto, mesmo quando isso significa tomar decisões difíceis”.
Essa postura também aparece na relação com os governos. “Minha postura sempre será de independência. Vou reconhecer o que estiver funcionando e cobrar aquilo que precisa melhorar. O que importa é que Sergipe tenha uma gestão eficiente e que entregue resultados para quem vive no estado”, declarou.
*Segurança, mulheres, crianças e serviços públicos*
A experiência como delegado continua orientando as prioridades do senador. Segurança pública permanece entre as principais bandeiras, com defesa de investimentos nas forças que estão na ponta e de um enfrentamento à violência que combine estrutura, prevenção, inteligência e responsabilização.
A proteção das mulheres também ganhou espaço central em sua atuação, com a defesa de mecanismos de prevenção, fiscalização das medidas protetivas, responsabilização dos agressores e políticas de autonomia e geração de renda.
A proteção de crianças e adolescentes é outra pauta que atravessa sua trajetória. Ainda como delegado, participou da construção do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis, a partir da percepção de que crianças e adolescentes vítimas de violência precisavam de atendimento especializado. No Senado, essa preocupação ganhou novas frentes, entre elas a defesa de políticas de proteção no ambiente digital.
São temas diferentes, mas que partem da mesma compreensão: o poder público precisa funcionar para proteger quem mais precisa e garantir que serviços e oportunidades cheguem à população.
*Uma história que continua*
A candidatura à reeleição chega depois de uma trajetória que começou muito antes da primeira urna. Em 2018, os sergipanos fizeram uma aposta em um delegado que decidiu entrar na política. Agora, Alessandro chega ao novo ciclo eleitoral apresentando oito anos de mandato, resultados, decisões e uma história pública que pode ser examinada.
“Em 2018, os sergipanos e sergipanas decidiram renovar sua representação no Senado e me deram uma oportunidade que procurei honrar todos os dias. Hoje, chego a esta eleição com uma trajetória muito mais conhecida, com resultados concretos e oito anos de experiência no Senado. Tenho muito orgulho do trabalho realizado e acredito que o eleitor vai avaliar principalmente aquilo que fizemos, aquilo que entregamos e a forma como exercemos o mandato”, afirmou recentemente.
É justamente nessa comparação entre discurso e prática que Alessandro pretende concentrar sua campanha. “Eu não tenho interesse em ocupar um cargo por ocupar. Minha profissão é delegado de polícia. A política, para mim, é uma missão”, declarou.
Para Alessandro, a eleição de 2026 representa a possibilidade de continuar uma história construída em Sergipe, primeiro como cidadão, depois como delegado e, nos últimos oito anos, como senador. “Eu conheço a força do povo sergipano. Conheço quem acorda antes do sol para garantir o sustento da família, quem abre um pequeno comércio, quem trabalha na roça, no mar, nas fábricas, nos hospitais, nas escolas e nas ruas das nossas cidades. Essas pessoas fazem o meu mandato junto comigo”.
E é dessa relação que nasce a decisão de continuar. “Ainda há muito por fazer. Ainda existem desafios que não podem ser ignorados e injustiças que precisam ser enfrentadas. Eu não aprendi a fechar os olhos quando alguma coisa está errada. Aprendi a enfrentar, mesmo quando incomoda. Acredito que política pode ser diferente, que o dinheiro público pode chegar onde realmente faz diferença e que Sergipe merece ser defendido com seriedade, coragem e responsabilidade”.
Para Alessandro, no fim, a política precisa voltar ao ponto de partida: servir. “Essa luta nunca foi por um cargo. Sempre foi por um propósito: combater a corrupção, retirar privilégios de quem suga o nosso país e fazer Sergipe continuar crescendo. É por isso que eu continuo nessa caminhada”.
Por Ascom










