A doação de sangue ganhou um período específico no calendário nacional de conscientização. O projeto que criou o Junho Vermelho, voltado ao incentivo à doação e à disseminação de informações sobre a importância desse gesto, teve como relatora na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara a deputada federal Delegada Katarina Feitoza, candidata à reeleição.
Com a transformação da proposta em lei, o mês de junho passa a concentrar ações de conscientização, atividades educativas, divulgação de informações e iniciativas de mobilização da sociedade. Entre as medidas previstas está também a possibilidade de iluminação de prédios públicos na cor vermelha, como forma de chamar a atenção para a necessidade de manter os estoques dos bancos de sangue abastecidos.
Para Katarina, a aprovação da proposta tem um significado que vai além do trabalho legislativo. “Quando a gente transforma uma boa ideia em política pública, o nosso trabalho chega a quem mais precisa”, afirmou. Segundo ela, a iniciativa busca aproximar a população de uma atitude simples, mas que pode fazer diferença em situações de emergência, tratamentos médicos e procedimentos hospitalares.
A campanha também procura lembrar que uma única doação pode beneficiar mais de uma pessoa. “Doar sangue é um gesto de solidariedade. E pode salvar até quatro vidas”, afirmou a deputada.
Por redação Alô Sergipe










