O prefeito de Lagarto, Sérgio Reis, afirmou que a administração municipal já está mobilizada para encontrar alternativas que assegurem a realização do Festival da Mandioca, após a decisão cautelar que suspendeu parte das contratações relacionadas ao evento.
Durante entrevista ao Jornal da 102, apresentado por Aclécio Prata, o gestor explicou que a Prefeitura reuniu equipes técnicas e jurídicas para avaliar os desdobramentos da decisão e definir os próximos passos. Segundo ele, o maior desafio enfrentado neste momento é o curto prazo para adoção das medidas necessárias.
Sérgio Reis ressaltou que a Procuradoria-Geral do Município acompanha todo o processo e trabalha na construção de uma solução que permita a continuidade da programação sem desrespeitar as exigências legais. O prefeito enfatizou que qualquer decisão será tomada com responsabilidade, buscando evitar prejuízos à administração pública e garantindo segurança jurídica.
Como uma das alternativas em análise, a gestão municipal estuda reorganizar parte da programação junina. A proposta é remanejar algumas atrações inicialmente previstas para os dias 23 e 24 de junho para os dias 27 e 28, preservando a realização do Festival da Mandioca e ampliando a programação nas datas finais do evento.
De acordo com o prefeito, a Prefeitura também iniciou um levantamento junto aos artistas e às bandas contratadas para verificar a disponibilidade de remarcação das apresentações, caso a mudança no calendário seja confirmada.
Durante a entrevista, Sérgio Reis reforçou a relevância do Festival da Mandioca para o desenvolvimento econômico de Lagarto. Segundo ele, além de preservar uma das principais tradições culturais do município, o evento impulsiona o comércio, fortalece o turismo e gera oportunidades de renda para ambulantes, comerciantes e trabalhadores informais.
O gestor reafirmou que a prioridade da administração é encontrar uma solução que permita a continuidade dos festejos com responsabilidade, transparência e respeito à legislação, garantindo que a população possa celebrar o São João sem comprometer a segurança jurídica do município.
Por redação Alô Sergipe












