Após anos de abandono e recomendações para sua revitalização, o governador Fabio Mitidieri sancionou a Lei nº 9.218-23, declarando o Atracadouro do Catamarã no Município de São Cristóvão como um Bem de Interesse Cultural em Sergipe. Esta decisão marca um passo importante na preservação e valorização deste icônico ponto turístico da região.
Inaugurado em 1993, o Atracadouro do Catamarã rapidamente se tornou um destino imperdível para os visitantes que chegavam a São Cristóvão. Barcos, lanchas e diversas embarcações atracavam ali, trazendo turistas de várias partes do Brasil para desfrutar da beleza e das delícias da região.
O local não era apenas um ponto de chegada e partida, mas um verdadeiro centro de entretenimento, com bares e restaurantes que serviam pratos típicos da área, proporcionando uma experiência gastronômica rica em sabores locais. A música ao vivo completava a atmosfera animada do Atracadouro, atraindo tanto os amantes da culinária quanto os entusiastas da música.
No entanto, ao longo dos anos, o Atracadouro do Catamarã enfrentou desafios, incluindo a falta de manutenção adequada e investimentos para preservar seu charme e infraestrutura. A classificação como Bem de Interesse Cultural é um passo crucial para garantir sua restauração e preservação.
O deputado estadual Neto Batalha, que defendeu ativamente a restauração do atracadouro, expressou sua satisfação com a nova lei. “Com esta nova classificação, acredito na recuperação total do espaço e melhorias para o setor turístico da região”, disse Batalha. “O Atracadouro do Catamarã tem um valor histórico e cultural significativo para São Cristóvão, e é essencial que o preservemos para as futuras gerações e para o turismo local.”
Com o reconhecimento como Bem de Interesse Cultural, o Atracadouro do Catamarã agora está no caminho certo para uma nova fase de restauração e revitalização, proporcionando aos visitantes e moradores locais um local atraente para desfrutar das belezas e sabores de São Cristóvão. Esta decisão destaca o compromisso com a preservação do patrimônio cultural e turístico de Sergipe e representa um marco para o desenvolvimento sustentável da região.
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Por redação Alô Sergipe.












